instaweek | 37.2016


a notícia da semana, se não dos últimos seis meses é mesmo esta... vem aí rapaz! o terceiro nesta casa e na família onde já só nascem rapazes e as miúdas que nascem saiem mais tarzan que eles! vem aí mais uma leva de roupinha azul e muito mimo para esta mãe que de preferência para miúdas tinha pouca... claro que a ideia era engraçada, uns laços rosa e folhos mimosos não me fariam mal, mas no fundo, no fundo, eu sabia... e queria mais um destes miúdos lindos, bons e tão amigos da mãe... talvez o pai tenha ficado mais abananado porque vem por aí mais um para o manter em forma na parte física, porque é certo que por aqui não faltam energias para gastar, mas já temos andamento para dois, teremos tanto ou mais, espero, para três. 
que venha bem, que durma e coma como os manos e que adore a sua mãe e que aproveite tanto braço, colo e tantas tias que vivem comigo esta terceira gravidez... depois de tantos medos e ansiedades. 
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it's a boy... may it be as gorgeous, caring, sleepy and hungry as his brothers, may it be as sweet as ever and love his family the way we are anxiously waiting to love him. 
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é un maschio... un terzo maschio in una casa piena di maschi e de una mamma coccolona con i suoi piccoli. una mamma ansiosa per averlo in braccio e averlo vicino... arriva, siamo pronti


gosto disto | barralfamilyday

o #barralfamilyday já se tornou num evento anual e num hábito a não perder. para além de ser incondicionalmente fã da marca, desde os cremes, aos gel douche dos miúdos, do magnífico creme de amêndoas doces que tanto adoro para estes meses em que a barriga (e não só) cresce a olhos vistos, ao mega redesign de toda as linhas da marca que já merecia e que funciona lindamente, a pessoas incríveis que tenho conhecido exactamente devido a este novo approach ao mundo da maternidade, bebé e mulher que também merecem!

foi uma manhã de domingo muito bem passada no Palacete Leitão, entre tanta criança, música animada e mimos que só a barral consegue dar, para não falar de um apetite de catering que nos deixou fãs e de barriguinha cheia. eles, meus filhos, são boas bocas!

obrigada barral! pelos mimos, pelo convívio, sorriso e mini merendinhas!! e acima de tudo por seres uma marca portuguesa feita aqui e para nós. este terceiro baby vai ser muito mimado pela barral!




have a great week | 38.2016


gosto disto | rosa com canela

Já estou mais recuperada da emoção que foram os primeiros dias da escola nova dos meus filhos, aliás, tenho mesmo que estar que agora a guerra é outra, tirá-los de lá!! outra saga, outra fase, agora a ver se quando a escola apertar de carga horária e tpcs também preferem lá dormir... enfim...

Passado o momento do início, pude-me focar no trabalho e na #lojamaisqueridadobairro ou mais precisamente na #MINILOJAmaisqueridadobairro onde 6ªf e Sábado passado tivémos o SPECIAL SHOW da Rosa com Canela, com o lançamento da sua nova colecção!





E que colecção tão gira!!! Adorei tudo e foi super difícil reduzir a escolha a uma agenda, um caderno, uma capa, até um simples bloco de notas!! Não há padrão que não goste, nem pormenor, nem frase que não me encha as medidas. Correu tudo lindamente e posso dizer que foi um sucesso. Vinham para ficar um dia e decidiram prolongar, pois a procura existe, e o sucesso é garantido. 
A #MINILOJAmaisqueridadobairro serve para isto mesmo, um espaço para quem queira mostrar  o que faz, como faz e mostrar a dedicação que mete em cada centímetro do seu trabalho. A Marta faz isso mesmo e é delicioso assistir a este evoluir de uma marca que se destaca exactamente por ser única no meio do estacionário português. não há muitos nem tão pouco tão acessíveis nem tão queridos. Já cá fazia falta, alguém que se foque nesta área e que cresça com base no que de facto nota ser uma deficiência no mercado. Acredito que a Rosa com Canela ainda tenha imenso para dar e surpreender... e enquanto isso, o Atelier da Tufi tem todo o gosto de crescer com ela e de ter em loja esta marca 100% made in Portugal! 










primeiro dia da primeira classe

desde que os deixei na escola, no primeiro dia da primeira classe (ou ano, já percebi que há coisas que já mudaram desde que eu fui miúda...) que estou a tentar processar e explicar o que sinto. passei o verão a achar esta nova etapa maravilhosa e cheia de potencial, imaginei tudo quase ao pormenor, não do que seria cada dia, mas o que seriam as minhas expectativas, as minhas ansiedades, os meus medos e vontades. tentei nunca transmitir nada para além de que estava para começar algo muito bom, algo novo e cheio de coisas boas...

mas o tempo passou e hoje quando os deixei tive tanto medo, tanto receio por eles. e eles na boa. eles tranquilos, ansiosos de ver amigos, de ver gente nova, de conhecer a sala, a mesa e a professora... e eu a reter as lágrimas.
lembro-me do primeiro dia da creche, com dezoito meses deixei-os bem, meio confusos mas já de brinquedos novos na mão, sentei-me no banco da entrada da escolinha e chorei, pensei que não ia conseguir passar aquela manhã, que não queria ser a mãe que liga para confirmar que está tudo bem, que ia passar aquelas poucas horas a suspirar... e no entanto, quando percebi que o tempo de repente tinha passado eu estava tranquila e eles cheios de saudades boas, das que os fazem correr para nós, mas que nos levam logo a ver o que descobriram. jurei naquele dia que nunca mais iria ter medo, a escola faz parte, seja em que idade, e que eles terão tantos dias bons como momentos menos bons e que até esses servem para crescer.

hoje revivi tudo de novo. claro que estão mais crescidos, menos dependentes daquele colo e abraço, mas mesmo assim tão meus, e tão pequeninos. na maternidade sempre me custou equilibrar emoções, o que me custa a mim nem sempre lhes custa a eles e o que lhes causa tristeza nem sempre fez sentido para mim... hoje quem precisou de colo fui eu e tanto que horror. continuo sem explicar porquê, nem apontar o momento ou o detalhe que mexeu comigo, terá sido só emoção, terá sido só tentar dividir a minha atenção pelos dois, garantir que cada um está bem sem medos nem receios nem questões, terá sido do pânico em achar que eles se vão perder nos corredores, ou não gostarem de ali estar, terá sido de ainda não ter comprado o material todo, dos livros que não forrei a tempo, eu sei lá... sei que saí dali cheia de orgulho mas com o meu coração nas mãos e eu que achava que isto ia ser peanuts, que ia ser tão simples, mas mesmo com seis anos, eles não deixam de mexer comigo e de exigirem tudo de mim quer peçam ou não,

sempre achei que as mães "da primária" tinham tudo sob controlo, tudo bem gerido, emoções e logística, mas eu hoje sinto-me caloira. sinto-me perdida como se fosse eu a começar a escola de novo... como se hoje eu também fosse aluna e tantas das coisas que vivi vieram ao de cima. é verdade que estou grávida e talvez meia tonta e com as hormonas todas trocadas e à flor da pele... mas o que é certo é que faltam cinco horas e não sei bem como gerir isto.
preciso de os ver bem, alegres, felizes e com vontade de fazer tudo outra vez amanhã... mas vou ter que me armar em forte... porque se um deles correr para os meus braços com aquele sorriso desdentado, a explicar três mil coisas ao mesmo tempo, alguém que me segure, sou capaz de os afogar em beijos ... e algumas lágrimas...